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Presidente Cabo Eugênio e advogados prestam apoio a policiais militares que agiram em Cariacica durante troca de tiros com suspeitos

Publicado em: 10 de setembro de 2019

No início desta manhã (10) o Presidente da ACS, Cabo Eugênio acompanhado do corpo jurídico da Associação esteve presente na Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) na Praia do Canto, na intenção de colocar a disposição dos policiais militares uma equipe de advogados ligados a entidade para dar apoio técnico durante as investigações sobre ocorrido na madrugada desta terça-feira, em Campo Grande.

Na saída depois de conversar com diversos policiais que atuaram na ocorrência em Cariacica, Cabo Eugênio concedeu uma entrevista aos veículos de imprensa – que acompanhavam o caso desde do início da manhã. O Presidente informou aos jornalistas que “em termo físicos os policiais estão bem, psicologicamente depois de passar por uma ocorrência deste porte sempre fica um certo abalo. A ACS, está aqui com toda a sua equipe jurídica na DHPP para dar apoio aos policiais, vamos acompanhar tudo e já estamos com nossos advogados a disposição para acompanhá-los em toda as fases de investigação, como também os depoimentos das testemunhas, juntamente com o trabalho da delegacia. Posteriormente, estaremos dando apoio aos nossos associados na Corregedoria da PM, caso tenha um sindicância terão também apoio do nosso corpo jurídico” enfatiza.

Testemunhas contam que os policiais agiram para defender as pessoas  

De acordo com o relato de testemunhas que estavam no local, os dois homens chegaram ao estabelecimento comercial localizado na Rua Avelino Gonçalves em Campo Grande e durante uma festa que acontecia, os suspeitos demonstraram um comportamento alterado sendo advertidos pelos seguranças. Provocando assim, uma confusão no interior do estabelecimento. As pessoas na delegacia, relataram à polícia que os dois homens estavam também consumindo drogas.

Segundo o Cabo Eugênio a ação dos policiais militares foi importante, “evitou mais vítimas”  

Um tragédia ainda maior, inclusive com mais vítimas no local,  disse ele.  “Houve de fato uma legítima defesa, se não fosse os policiais o caso teria mais vítimas. A ação policial evitou uma tragédia” diz Cabo Eugênio.

Entrevista do Cabo Eugênio aos jornalistas na DHPP na manhã desta terça-feira.

 

Crime: tiros foram disparados contra as pessoas na frente do bar

Segundo testemunhas após uma discussão, os homens deixaram o bar e foram até o veículo Peugeot (cor branca) e voltaram armados fazendo disparos. A dupla de policiais (que estava de folga) já na saída do estabelecimento junto com outras pessoas tornaram-se vítimas de disparos de arma de fogo feitas pelos indivíduos. Neste momento, numa tentativa de resguardar a integridade física das pessoas e dos próprios policiais, eles revidaram. Um dos suspeitos não resistiu aos ferimentos e veio a óbito, o outro foi preso nas imediações de um posto de combustível quando tentava se evadir do bairro. No local dos tiros, outras três pessoas foram baleadas, uma delas foi encaminhada para um hospital particular.

 

 

 

Prisão 

Policiais militares que prestavam atendimentos as vítimas no local do crime conseguiram prender o outro suspeito (que também estava baleado próximo a um posto de gasolina). Este homem permanece internado, sob escolta da PM, em um hospital da Grande Vitória.

Arma apreendida

Segundo a polícia uma arma (pistola Glock G27 .40) de fabricação austríaca foi encontrada com um dos suspeitos e encaminhada para a perícia da Polícia Civil.   

Mais informações

Outros detalhes mais específicos serão apresentados após a conclusão dos inquéritos.

 

Presidente Cabo Jackson Eugênio Silote

 

 

Jornalista: Aluísio Rocha
Fotografia e Web: Equipe de Comunicação Social da ACS
Entre em contato: assessoriadeimprensa@acspmbmes.com.br

 

 

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