Justiça: Assassinos do soldado Ítalo são condenados a 41, 38 e 17 anos de reclusão

Publicado em: 6 de fevereiro de 2019

Os criminosos foram sentenciados pela Justiça da Serra e vão cumprir prisão em regime fechado pela decisão proferida nesta quarta-feira (05), depois do juri popular acolher as informações da Promotoria e dos apontamentos feitos pelas testemunhas de acusação – uma delas, o então delegado plantonista da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que prendeu sete suspeitos do crime, Rodrigo Sandi Mori que atualmente é titular da Delegacia de Crimes Contra a Vida (DCCV) da Serra.

Soldado era policial de destaque nas ocorrências 

No ano do crime, o policial militar Ítalo Bruno Pereira Rocha era lotado no Grupo de Apoio Operacional (G.A.O) do 6 Batalhão da PM em Serra. Conhecido pelos profissionais operadores da segurança pública pelo seu perfil tático de combate ao crime, sempre atuou em patrulhamento ostensivo em regiões de alto índice de criminalidade e com resultados positivos nas apreensões de drogas e armas, além das prisões de suspeitos e criminosos.

Foto: ACS

A ACS foi assistente de acusação ao lado do Ministério Público Estadual 

Os advogados da Associação participaram do julgamento e atuaram junto a Promotoria Criminal da Serra, sustentando a denuncia do Ministério Público de homicídio consumido e em face do Ítalo e tentado em face do outro soldado Allan.

O promotor criminal Ricardo Kokot apontou a participação efetiva dos acusados e atos executórios “deste bárbaro crime e no exercício de sua função e pode contar com nosso auxilio e do Dr. Cladius André Caballero” enfatiza o advogado da ACS, Dr.Tadeu Fraga.

Os debates foram acirrados entre defesa e acusação, mas o Conselho de Sentença (formado por 7 jurados) reconheceu que os réus contribuíram para a causa eficiente da morte do militar. “É por isto, as penas foram severas por se tratar de um agente da lei, um caso lamentável. Quando, um policial sofre uma violência desta, o que um cidadão comum pode esperar do nível de selvageria que atingiu a criminalidade. Porém, a Justiça agiu exemplarmente de modo a coibir que outros criminosos atentem conta a vida de um agente da lei” finaliza.

O crime ocorrido em 2015 chocou a população capixaba e ainda provocou muita revolta de diversas entidades, todos afirmaram nos veículos de comunicação que este crime não poderia ficar sem uma punição rigorosa das autoridades do judiciário. As imagens de câmeras de videomonitoramento mostraram a crueldade dos criminosos, que depois de cometerem o assassinato foram presos pela polícia civil.

Um outro acusado pelo Ministério Público não foi condenado pelo Conselho de Sentença. Neste caso, sua defesa deve solicitar sua liberdade.

Os condenados:

Alessandro Guimarães de Oliveira (Pena de reclusão: 41 anos)
Fabrício Barbosa da Cruz (Pena de reclusão: 38 anos)
Fábio Barbosa da Cruz (Pena de reclusão: 17 anos)

 

Presidente Cabo Jackson Eugênio Silote
(Gestão 2019/2021)

 

Jornalista: Aluísio Rocha
Fotografia e Web: Equipe de Comunicação Social da ACS

Entre em contato: assessoriadeimprensa@acspmbmes.com.br

 

 

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